BENÊ COSER

Um dos pilotos mais respeitados do circuito por conta de sua paixão ao esporte. Esse é Benedito Coser, o Benê, que nasceu na cidade de Socorro-SP, e que graças a força de uma amizade com Zuccon despontou como um dos grandes líderes do esporte e das trilhas desafiadoras do Hard Nacional.

Benê já acumula dois títulos: Campeão da categoria Nacional em 2017 e Bronze em 2018. Em 2018 Benê dará o salto natural para a categoria Silver no HEBS. O piloto socorrense ocupa a oitava posição do ranking geral do The X Rider, e deve subir algumas posições se conseguir manter a consistência que marca sua trajetória até o momento.

1 – O que você espera para a temporada de 2019 do HEBS?

Benê: Espero para 2019 que o campeonato continue na mesma linha. Que a categoria de base alivie um pouco e que os patrocinadores olhem mais para o esporte para termos melhores premiações para os vencedores do campeonato. Seria muito gratificante melhores prêmios. As etapas do HEBS são muito bem produzidas e estou ansioso pela etapa no Sul.

2- Qual moto vai usar este ano para competição?

Benê: Vou usar a CRF 230 Honda. Já é o terceiro ano com ela. Fui campeão na Nacional com ela em 2017, campeão na Bronze em 2018 e agora vamos ver se dá pra levar algo em 2019!

3- Qual foi a prova mais dificil de 2018 e qual acha que será em 2019?

Benê: Acho que a prova mais dificil do ano foi a de Cuiabá por conta do calor para quem é do sudeste, e da quilometragem alta. Vinhamos com de provas com distâncias de 20 km  e isso de certa forma surpreendeu. Mas eu adorei a prova mesmo assim. Foi uma das melhores.

4- Quem será seu maior rival em 2019?

Benê: Não acredito que exista rivalidade no Hardenduro, mas existe competidores mais preparados. Acredito que meu maior rival é a moto, que está um pouco limitada pra mim,  e recursos para disputar todas as etapas.

5 – O que lhe motiva a participar de uma prova de Hard enduro?

Benê: O que mais me motiva a participar de uma prova de Hard enduro é a união do pessoal e no limite da minha resistência física testar o máximo do meu limite . Independente do resultado, quero dar o melhor em cada prova. Isso me traz uma satisfação pessoal.

6- Você é um dos personagens mais respeitados do circuito pela dedicação ao esporte e pelo espírito esportivo.
Também é um dos trackmanagers da temporada do HEBS. O que este esporte significa pra você e quais são os princípios que a competição
deve valorizar para não perder a sua essência?

Benê: O Hard enduro é motivo para viver e trabalhar. Gosto demais. Hardenduro não é Enduro fim, Veloterra, Motocross. A pessoa que vier participar do Hard Enduro precisa ter em conta que ela vai terminar o Hard com desgaste físico, com câimbra, cansado e até com moto quebrada se não tiver técnica. Se ela escolher sua categoria correta ela pode vir a “se achar”. Acho que os princípios do esporte devem valorizar: a união dos pilotos, apesar de existir rivalidade e competição, e a valorização das categoria iniciantes como Iron e Bronze por conta do grande numero de participantes nesse grau de dificuldade.

7 – Você pretender participar de uma competição internacional? Se sim, qual?

Benê: Se o sonho de um jogador de bola é jogar uma copa do mundo, o sonho de um piloto de Hard é disputar o Romaniacs. Estou com 30 anos de idade, quem sabe até os 35, 40 surja a oportunidade de disputar o Romaniacs. Este ano não. Se Deus quiser este ano disputo todas as etapas do HEBS

8 – Como você se define você como piloto?

Benê: Guerreiro e companheiro.

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